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Se não fosse o SUS

30 de setembro de 2020
Se não fosse o SUS

A pandemia do coronavírus, mais grave crise sanitária que se abateu sobre o país desde a gripe espanhola de 1918, deixou evidente a importância do Sistema Único de Saúde (SUS), sobretudo em um país com desigualdades sociais e econômicas tão profundas como o Brasil. Há 30 anos, o SUS é responsável pelo atendimento de 7 em cada 10 brasileiros que precisam de cuidados médicos, um número que deve aumentar em decorrência dos efeitos econômicos da pandemia. Trata-se do maior sistema de saúde universal e gratuito do mundo, assim reconhecido pela Organização das Nações Unidas (ONU).

No sétimo episódio da série “Travessia”, dirigentes dos movimentos sociais e organizações populares apresentam algumas reflexões sobre o importante papel desempenhado pelo SUS no atual contexto, especialmente no que diz respeito ao atendimento de pessoas em situação de vulnerabilidade social.  As lideranças destacam que o Sistema é um bem público que deve ser valorizado, protegido e que precisa receber das autoridades uma atenção proporcional à sua importância para a vida de milhões de brasileiros, o que não vem acontecendo.

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